Siga-me no twitter: @felekeche

http://twitter.com/felekeche

Contato:

E-mail: felekeche@hotmail.com
Celular: (86) 9435-9500

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Índio, cadê sua história?

Como é triste não sabermos se União um dia foi ou não habitada por índios. Daí surge a dúvida: ― Será mesmo que União foi habitada um dia por índios? Como se chamavam esses índios? Qual o seu comportamento cultural? Que línguas eles falavam? Eles eram amigáveis ou não? E quem os matou? Então fica muito difícil responder a essas perguntas sem ter provas ou pistas concretas sobre um assunto tão importante como esse.
Antes da chegada dos portugueses, o território do atual Estado do Piauí era habitado por diversos grupos indígenas. Na época, o Piauí sem fronteiras definidas, servia de corredor de migrações. As nações indígenas que persuadiram o Estado do Piauí eram os Acroás, Tremembés, Gueguês, Timbiras, Jaicós, Tabajaras e Pimenteiras. Os índios Tremembés foram os primeiros habitantes do litoral piauiense. Existem vestígios e documentos que comprovam a ocupação deles no local, desde o século XIII até o final do século XVII. Eles habitavam também, dentre alguns lugares, a região do baixo Parnaíba, local hoje, onde fica União.
Esses povos indígenas foram dizimados após a ocupação do Piauí por criadores de gado e bandeirantes, homens que caçavam e aprisionavam os índios para escravizá-los. Devido aos atritos, muitos índios fugiram ou morreram nas sangrentas batalhas.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Sonetos...

Coca-cola

Abra logo a felicidade
Com uma dose de igualdade
Sobre os prantos de um gole
Maravilhoso que me desenrole.

E neste sentido ineficaz
Com uma sensação diferente,
Entre o desejo que me faz
Viciante e me sentir existente.

É me sentir defronte à vida
Sem repugnância e nostalgia
Neste mundo sem vinda nem ida.

Na sensação final de tudo
Tento entender o mundo,
Mas prefiro ficar mudo.

------------------------------------------------------

Ilustre Vaqueiro

Uma figura tão piauiense!
Propriamente unionense...
Que destes vastos sertões
Do cerrado emocionam corações.

Um símbolo tão iluminado!
E querido por seu povo amigo
Sem castigo com o gado dominado
Nas mãos de um vaqueiro sem inimigo.

Ó vaqueiro! Rei do setão!
Mantenha sempre a tradição viva
Por este cerrado-caatinga de União.

Com suas lindas cantigas me emociono
Por isso recito estes versos a ti
Figura ilustre e querida que me apaixono.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Cultura, o tempo te apaga

Até certo tempo atrás, as escolas ensinavam sobre a nossa cultura. Hoje, o tempo apagou o que era preciosidade chamada de cultura dentro do contexto antropológico e sociológico, e, quando mais a gente precisa desta, mais ela vai se apagando...

A cultura é de fato algo muito importante para nós, tanto para nossa formação como cidadão quanto para nossa vida pessoal e profissional. A maioria das escolas, com exceções e, sem citar nomes, não valorizam a nossa cultura. A cultura unionense, nossa cultura brasileira. Surge então uma questão do nada ou propriamente do infinito assim filosoficamente falando: ― Existe uma cultura dominante ou genuinamente unionense? Muitos antropólogos discutem sobre a questão de que se há ou não uma cultura genuinamente brasileira, e, afirmam que há uma grande diversidade e conflitos da cultura brasileira dentro da nossa sociedade. É uma coisa variada. Todavia, as escolas deveriam incentivar, por exemplo: ― Deveriam ensinar as crianças desde cedo, ainda no “pré” a aprenderem cantar o hino nacional completo, além, de também ensinarem a cantar cantigas folclóricas popularmente unionenses e piauienses que passam de geração a geração. Lembro demais em minha infância em que os professores nos ensinava cantigas juninas ou popularmente conhecidas por “quadrilhas” por na época usarem camisas quadriculadas de mangas longas, calças jeans remendadas, chapéu de palha e um bigode disfarçante. Era uma maravilha! A criançada não devia passar em branco tudo isso. Até por que isso é Cultura! E Cultura com C maiúsculo. Mas, infelizmente, este c vai diminuindo e o tempo poderá apagá-lo deixando de existir nossa cultura sem a sobra de rastros, nem marcas, nem pistas [...].

Rala o côco
Mexe a cangica (bis).
E depois de tudo pronto
Vamos agora dançar
Que está tudo preparado
Cada um pega seu par.

Em União, minha cidade natal, o bumba-meu-boi era até então uma tradição de louco em um bom sentido, pois os bairros da cidade ficavam cheios de bois de panos tocando aquelas músicas que veio passando de geração a geração destes vastos sertões. Ainda guardo comigo o segredo da construção destes bois, da sua armação, da caveira do boi. Muitos meninos pulavam as quintas alheias para “roubarem” caveiras de bois jogadas pelo chão e usavam-na como armação principal, além de lençóis velhos para cobri-lo, etc.
Um dos pioneiros conhecido e ainda vivo até os dias de hoje é o grandioso vaqueiro conhecido por Sr. Rumão. Este tem história pra contar sobre este folclore que, também faz parte da cultura unionense. Aqueles seus bois que construía enchiam de brilho os olhos das crianças, sobretudo, os meus ficavam esbugalhados e não tirava a vista do balancear do boi, já que eu era apenas uma criança a admirar o que é nosso naqueles bons tempos. Fiz parte desta tradição até os meus onze anos. O instrumento que eu tocava era uma matraca ou era um pandeiro de couro de cobra. O interessante era que todos os instrumentos eram artesanais como, por exemplo, o tambor ou o pandeiro era coberto de couro de boi ou de cobra, a madeira era utilizada para a construção das matracas, além de outros instrumentos. Sempre antes de passearem pela cidade, os componentes faziam uma pequena fogueira para aquecer o couro do pandeiro e do tambor. Lembrando que isto era obrigação no meu tempo, inclusive, já me queimei por causa desta brincadeira, a partir daí deixei o pandeiro de lado e passei a tocar matraca. Posso dizer que todo esse procedimento com a fogueira seja um ritual e, acredito que hoje não fazem mais isto. Isso mostra que o tempo vai apagando nossa cultura. No meu tempo não tinha essa de cantar correto, senão até poderia apanhar do companheiro ou ser excluído do grupo. Ainda guardo comigo a lembrança de algumas músicas com as letras na linguagem do caboclo, do vaqueiro, ou melhor, do homem do campo. Veja alguns pedaços de algumas cantigas do bumba-meu-boi que me recordo.


“Barboleta avuou,
Acentou no pau da roseira”.
---------------------------------------------
“Lai vem, lai vem, lai vem
A andorinha no inverno
E a barboleta no verão”.
------------------------------------------------
“Custei, mas cheguei,
Oh! Me dê licença patrão...”
--------------------------------------------------
“É a turma do bairro São João,
É a turma que eu boto fé (bis).
E é de qualquer jeito eu mandar:
― Ou vai ou eu racho, eu racho,
Eu racho, eu rachei...”

-----------------------------------------------------

“Chirindô, chirindô,
Tá na hora do pandeiro chirindô,
Chirindô, chirindô.(bis).
― Então cadê minha catirina*?
― Chirindô, chirindô.
― Mas eu não vejo ela dançar,
― Chirindô, chirindô.
― E cadê o meu vaqueiro?
― Chirindô, chirindô.
― Mas eu não vejo ele atirar,
― Chirindô, chirindô.
― E cadê meu velho boi?
― Chirindô, chirindô.
― Mas eu não vejo ele chifrar,
― Chirindô, chirindô.
[...]

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Poesias ao vento...

A LUZ DO SOL

A luz do sol penetra no mar
E vai surgindo várias cores
Profundamente no fundo,
É como se tivesse ali um arco-íris
E os peixes saudando suas cores.

O sol que ilumina várias manhãs
Sai de trás das montanhas,
Ajuda as plantas num processo
Chamado de fotossíntese,
Além de muitas grandezas
O sol é a mais bela estrela
Deste imenso sistema,
Numa infinitude a buscar
As mais puras alegrias.

[Antonio Félix]
-------------------------------------------------------------
GIRA GIRASSOL

Um tom tão forte e amarelado
O girassol gira pra humanidade
Seja rica ou pobre
Para as mais diversas raças.
Ela representa a sorte e o amor
E no bem-me-quer ou mal-me-quer
Puxo suas pequenas pétalas
Para descobrir realmente se o meu amor
Gosta de mim...

Se me amas ou mal-me-quer
Não há problema algum,
Pois problemas são simplesmente problemas,
Não tem o que se discutir.

Apenas os girassóis
Que giram as belezas
Da vida
Da esperança
Da paz
E do amor.

[Antonio Félix]
---------------------------------------------------------------------
QUEIMADA

A queimada sai queimando
Tudo o que tens a queimar,
Queima até mesmo a vida...
Das árvores
Dos pássaros
E das mais diversificadas espécies.

O homem acha tudo isso uma beleza,
Um prazer, um gozar pela destruição.
E destruindo o verde vai secando
Tudo...
Seca o rio
Seca a flora
Seca a fauna
Seca o clima
Seca inclusive a nossa vida.

[Antonio Félix]
-------------------------------------------------------------

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Contos de FeleKeche

DA BRINCADEIRA À REALIDADE



Desde cedo, muitas crianças brincam de brincadeiras violentas e desonestas [...].

Marcos era um menino de uns onze ano, e, como toda criança, gostava de brincar do “esconde-esconde”, “salva-latinha”, do “trisca”, entre outras. Mas havia uma brincadeira que só no nome chamava a atenção: “Polícia e ladrão”. O objetivo desta mísera brincadeira era organizar ali mesmo uma roda com os amigos e no “zero-ou-um” ou no “mamãe-mandou” tentar a sorte para quem será o policial ou o ladrão. O mais incrível era que a maioria, ou praticamente todos, queriam exercer o papel de ladrão, pois para eles eram mais divertido se esconder e fugir da polícia do que ficar correndo atrás do ladrão e tentar adivinhar o local onde o fora-da-lei se escondera.
[...]
Então, ali fizeram uma roda Marcos (ou simplesmente “Cabeça-de-Prego”), Juca, Neto, Pedro (ou mesmo“Negrinho”), Felekeche, José, Raelson e Mateus (ou “Bentiví”). E no meio deste agrupamento de meninos, surge como líder da brincadeira nada mais que Marcos, ou melhor, do que o Cabeça-de-Prego. O jovem garoto se aborrecia quando era escolhido para ser policial, inclusive, chegava até a querer brigar com os colegas pra ser ladrão na brincadeira.

Uma merda de brincadeira, tão violenta, envolvida a tapas, ou seja, o garoto que fazia o papel de ladrão tinha o direito de fugir e de se esconder ali por perto, não muito longe, todavia, quando o sujeito fosse encontrado pelos policiais da diversão ou mesmo jogo, eles apanhavam de tapas e socos destes tais policiais de mentirinha. Isto estava dentro do regulamento da brincadeira. E só participava desta, segundo eles, só quem fosse Homem de verdade com “H” maiúsculo. Porém, isso não é algo que homem nenhum deva fazer, ou melhor, que “mininote” nenhum como estes deveriam fazer. Esses garotos tinham entre onze, doze e treze anos.
O resultado final disso tudo é que a maioria virou bandidos de verdade sendo que Marcos, o protagonista desta estória, foi um dos mais perigosos bandidos que já se teve notícia até hoje.
Por isso crianças, não brinquem dessas brincadeiras violentas. Também já fui e continuo sendo criança e sei disso tudo, até porque vivenciei tudo isso. Ahhh... ia me esquecendo, meu nome é Felekeche, tenho trinta e nove anos e era amigo de Marcos. No meu tempo, eu só exercia o papel de policial, e, hoje, sou um dos mais respeitados policiais do Piauí. Enquanto a Marcos, meu ex-amigo de infância, morrera assassinado com um tiro no peito ao se envolver em um rolo com traficantes.


[Antonio Félix]

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Um pouco de poesia


VIDA DE CRIANÇA


Tão inocente aquele seu modo
De ser
De falar
De sentir
De admirar.

Crianças vivem a correr
Árvores a se trepar
Riachos a banhar
Campinho de futebol a jogar.
Pois o que a criança gosta mesmo é de brincar,
Pular quintais alheios a “malinar”.

Roubar mangas e azeitonas,
“Espiar” a vizinha pelo buraco do muro,
Essa é a vida de criança!
Essa é a ternura
Que todo mundo independentemente da idade
Deveria se espelhar,
Ser inocente
Do bem
E não ter medo de falar.

[Antonio Félix]
-----------------------------------------------------------------
A NUVEM

Vão passando lentamente,
Lentamente as nuvens brancas
Lá no céu vão passando
Entre os urubus se desmembrando...
Virando apenas pedaços de fumaça.
Nuvens...
Nuvens tão brancas
Brancas nuvens de algodão
Lá de cima vão passando
E seguindo alguma direção.
Seja no Norte
No Sul
Ou qualquer lugar deste mundo
Olha as nuvens vão passando.

[Antonio Félix]
---------------------------------------------------------------------

A ARTE DO POLÍTICO BRASILEIRO

Que magnitude tem o político!
Numa arte tão eficaz
Chamada corrupção
Consegue colocar o povo na palma da mão.
E o que é brincadeira
É sua arte de enganar,
Fazem e fazem promessas
Mas acabam a luxar,
Com o dinheiro do povo
Um carro zerado irá comprar,
Numa mansão a residir
E os sacos a coçar...
Esta é uma grande arte
E é somente o político brasileiro
É quem faz com tanta facilidade,
Esse talvez seja
O principal artista do circo do Brasil.
Um palhaço picolé ele não é,
Mas pega muito no nosso pé,
Ou melhor, na nossa mão.

[Antonio Félix]
-----------------------------------------------------------------------
FLUMINENSE FOOTBALL CLUB

Surgia um grande clube
De origem européia
Mas o sangue é brasileiro
Cheio de glórias e uma linda torcida.

Verde, branco e grená
São suas cores...
Sua tradição vem do passado
E até hoje é o único clube da Américas
Que possui o Prêmio Nobel do Esporte:
A grandiosa e magnífica Taça Olímpica.
Esse é um dos maiores prêmios
E é somente a Máquina Tricolor que a possui.

Nos Fla-Flus é arrasador contra o maior rival,
O time pelo qual lhe deve muito pela a existência,
Pois o Flamengo surgiu do Fluminense,
Em meio a uma confusão entre o clube e os jogadores,
Todavia esse é o grandioso Tricolor das Laranjeiras.

[Antonio Félix]
------------------------------------------------------------
VAQUEIRO PIAUIENSE

Que figura tão ilustre!
Tão querida no nordeste,
E este coral de vaqueiros
De União se espalha pelo sertão
Numa multidão de gente.

Figura piauiense e nordestina,
Propriamente unionense
Que encanta som suas melodias,
Essa é nossa cultura!

Tange o gado amontoado em seu cavalo
E sempre com um cachorro ao lado
Neste imenso cerrado de União.
(...)
Com vestimentas e chapeis de couro
O vaqueiro aqui é homenageado
No dia vinte e nove de agosto
Com muita vaquejada
Cachaça e mulher bonita do lado.

[Antonio Félix]
----------------------------------------------------------------------
A ARTE DE ESCREVER

Escrever também é arte
Em que o artista vai desenhando a letra,
E quanto menos esperar
Vai surgindo...
Uma crônica
Um poema
Um ensaio
Um conto
Um romance
Uma novela
Ou o que se imaginar.

É um céu pintado à mão!
É uma casa feita de doces!
E numa imaginação a fluir
Na mão a escrever a ilusão
Em uma simples folha de papel.

[Antonio Félix]
---------------------------------------------------------------------

SEGREDO

O que posso contar
Se o que tenho é segredo,
Um segredo que vem da escuridão
Chamado fracasso e decepção.
Mas todos dão a volta por cima...
Um dia conseguiremos alcançar
A fonte das nossas conquistas.

Se for proibido falar
Porque não é proibido aqui fumar?
Somos sem exceção cheios de segredos
E muita coisa temos a contar.

[Antonio Félix]
---------------------------------------------------------------------
CIDADE CINZENTA

Quando se olha pra este céu
Vêem-se apenas cinzas,
Cinzas a passear
Cinzas a incomodar
Assim está minha cidade
Repleta de cinzas...

Amanheço todo coberto de cinzas,
Minha casa, meu quintal,
Meu infinito, meu nada
E minha cama cheia de cinzas.
Pra quê tanta queimada?

Não sou nenhuma autoridade
Mas peço ao ser humano mais calma,
E peço também a Deus que dê juízo
A esta população...

[Antonio Félix]
-------------------------------------------------------------------
A SECA

Olho para os lados
E tento avistar as belezas,
Mas não vejo nada
Somente uma imensidão
De fumaça e poeira...
Cinzas caem ao chão
De União destes vastos sertões
Espalham estas míseras cinzas
De queimadas
De fogo, fogo, fogo...
Quente, quente, quente...
O Clima quente
A seca degradante.

[Antonio Félix]
-----------------------------------------------------------------------------

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

União: 157 anos de história




A cidade de União completa hoje 157 anos de história, lutas e conquistas. Este solo imenso entre as mais puras belezas onde o sol brilha a ti nasce uma cidade às margens do rio Parnaíba, onde se consolidou muitas guerras e glórias. Foram nestas terras onde o português Fidié pisou para refugiar-se das tropas piauiense, e, aqui permaneceu acampado durante vários dias. Neste solo fértil também nós participamos da Guerra dos Balaios e da Batalha do Jenipapo em que os vaqueiros de União estavam em grande número nestas guerras.
União, cidade do vaqueiro, representa muito bem o nosso Estado pelo Brasil afora. De pensar que aqui era apenas uma fazenda de criadores de gado com o nome de Estanhado e que mais tarde viesse a se tornar uma cidade. A única cidade a ter um grande coral de vaqueiros e também será a única com um museu do vaqueiro.
Uma cidade que teve grandes coronéis, entre estes, o mais consagrado é o grandioso coronel e latifundiário Barão de Gurgueia. Outra simbologia unionense é a nossa Matriz, a ilustre e encantadora Nª. Senhora dos Remédios. É principalmente graças a esta linda igreja que hoje União é uma cidade, exatamente no dia 17 de Setembro de 1853. Então, de lá pra cá são 157 anos de muita história pra se contar.
Parabéns União por ter uma linda história e, sou com muito orgulho um unionense, isso não é pouca coisa, pois quando leio sua história me sinto como se eu estivesse lhe acompanhando desde quando era uma simples fazenda de gado, fazenda do Estanhado. Parabéns!!!